terça-feira, 1 de abril de 2014
Essa lenda mexe com o sobrenatural, fala de Um jovem casal estava muito feliz por estar podendo realizar todos os seus sonhos. ja moravam juntos a pouco tempo, tinham um pequeno filho de, seis meses de idade, e tinham acabado de se mudar p/ um apartamento que a muito tempo eles queriam. Uma tarde de final de semana, o casal depois de brincar com o bebe, acabou adormecendo. o bebe acordou e saiu engatinhando pela casa. Foi de "gatinha" até a sacada do apartamento e de la, caiu de do quarto andar. O casal foi acordado pelos vizinhos e ficou, obviamente, transtornado com o fato.
4 Cavaleiros do Apocalipse - A Conquista
O primeiro cavaleiro do Apocalipse é A Conquista representado em um cavalo branco.
Eu vi como o Cordeiro abriu o primeiro dos sete selos . Então eu ouvi um dos quatro seres viventes dizer numa voz como de trovão : "Vem e vê!" Olhei, e diante de mim estava um cavalo branco! O cavaleiro tinha um arco , e foi-lhe dada uma coroa , e ele cavalgava como vencedor determinado a conquista.
Diz a Bíblia que ele virá e será seguido por muitos, o que remete a Zacarias 10:3-5, onde o profeta reúne seu "rebanho" e segue após ser "coroado", travando batalhas contra seus inimigos(pregando). Este cavaleiro faz pensar nos partos ("Feras da terra"), cuja arma característica era o arco, a arma mais temida, o terror do mundo romano no século I.
O primeiro cavaleiro geralmente é interpretado como sendo o anticristo, porém seu caráter é o menos definido entre os 4 cavaleiros, ele também é considerado por alguns, bom e justo, portanto assim considerado o próprio Jesus Cristo.
Os outros três cavaleiros representam o mal, as forças destrutivas, e dada a forma unificada em que todos os quatro são introduzidos e descritos, pode ser mais provável que o primeiro cavaleiro é correspondentemente mal. Obra de arte que mostra os cavaleiros como um grupo, como a xilogravura famosa por Albrecht Dürer , sugere uma interpretação onde todos os quatro cavaleiros representam diferentes aspectos do mesmo mal.
O primeiro cavaleiro é frequentemente associado com a conquista militar.Uma interpretação, que foi realizada pelo evangelista Billy Graham, lança o cavaleiro do cavalo branco como o Anticristo, ou uma representação dos falsos profetas, citando diferenças entre o branco cavalo em Apocalipse: 6 e Jesus sobre o cavalo branco em Apocalipse: 19. Em Apocalipse: 19 Jesus tem muitas coroas, mas em Apocalipse: 6, o piloto tem apenas um.
Cor do Cavalo: Branco / Cinza.
Simbolismo da Cor: Falsa inocência / Paz disfarçada.
Cavaleiro: Porta um arco uma coroa e uma máscara.
Poder: Conquistar.
Simbolismo do Cavaleiro: Anticristo, o falso Cristo, a falsa religião.
Descrição original grega: ίππος λευκός (híppos leukós), o Cavalo Branco.
Símbolo da Arma: - Arco e máscara - Símbolo da guerra do poder Falsidade.
Animal Representado: …a primeira (…) semelhante a um leão - O leão é símbolo do poder e da justiça. É também associado ao atributo divino da justiça.Na visão prófetica de Ezequiel sobre o templo de Deus, ao redor do trono ele também vê quatro querubins com quatro faces, sendo uma dessas face de leão.
A Lanterna de Jack
A vela na abóbora provavelmente tem sua origem do folclore irlandês. Uma vez um homem chamado Jack, um alcoólatra grosseiro, em um 31 de outubro bebeu excessivamente e o diabo veio levar sua alma. Desesperado, Jack implora por mais um copo de bebida e o diabo concede. Jack estava sem dinheiro para o último trago e pede ao Diabo que se transforme em uma moeda. O Diabo concorda. Mal vê a moeda sobre a mesa, Jack guarda-a na carteira, que tem um fecho em forma de cruz. Desesperado, o Diabo implora para sair e Jack propõe um trato: libertá-lo em troca de ficar na Terra por mais um ano inteiro. Sem opção, o Diabo concorda. Feliz com a oportunidade, Jack resolve mudar seu modo de agir e começa a tratar bem a esposa e os filhos, vai à igreja e faz até caridade. Mas a mudança não dura muito tempo, não.
No próximo ano, na noite de 31 de outubro, Jack está indo para casa quando o Diabo aparece. Jack, esperto como sempre, convence o diabo a pegar uma maçã de uma árvore. O diabo aceita e quando sobe no primeiro galho, Jack pega um canivete em seu bolso e desenha uma cruz no tronco. O diabo promete partir por mais dez anos. Sem aceitar a proposta, Jack ordena que o diabo nunca mais o aborreça. O diabo aceita e Jack o liberta da árvore.
Para seu azar, um ano mais tarde, Jack morre. Tenta entrar no céu, mas sua entrada é negada. Sem alternativa, vai para o inferno. O diabo, ainda desconfiado e se sentindo humilhado, também não permite sua entrada. Mas, com pena da alma perdida, o diabo joga uma brasa para que Jack possa iluminar seu caminho pelo limbo. Jack põe a brasa dentro de um nabo para que dure mais tempo e sai perambulando. Os nabos na Irlanda eram usados como seu “lanternas do Jack” originalmente. Mas quando os imigrantes vieram para a América, eles acharam que as abóboras eram muito mais abundantes que nabos. Então Jack O’Lantern (Jack da Lanterna). na América passa a ser uma abóbora, iluminada com uma brasa.
Deuses pagaos

A Dama Branca - Conhecida em todos os países celtas, era identificada como Macha, Rainha dos Mortos, a forma idosa da Deusa. Simbolizava a morte e a destruição. Algumas lendas chamam-na de Banshee, aquela que traz a morte.
Danu / Dana / Dannan - Principal Deusa Mãe dos irlandeses, às vezes identificada com Anu. Mãe dos Tuatha de Dannan, Povo de Dana, o Povo Mágico, descendente dos deuses, que se escondeu com a chegada dos cristãos às terras celtas. Outro aspecto da Morrigu, Danu é a patrona dos feiticeiros, dos rios, das águas, dos poços, da prosperidade e abundância, da sabedoria e da magia.
Druantia - "Rainha dos Druidas", deusa ligada à fertilidade, às atividades sexuais, às árvores, à proteção, ao conhecimento e à criatividade.
Dylan - Filho da Onda, Dylan era o deus do mar para os antigos galeses, sendo filho de Gwydion e Arianrhod. Seu símbolo era um peixe prateado.
Elaine - Aspecto virginal da Deusa no panteão galês.
Epona - Seu nome significa "grande cavalo", sendo homenageada em Gales como deusa dos cavalos. Seus atributos incluíam ainda a fertilidade, a maternidade, a prosperidade, os animais, a cura e a colheita.
Eriu / Erin - Filha do Dagda, Erin era uma das três rainhas dos Tuatha de Dannan da Irlanda.
Flidais - Deusa da floresta, dos bosques e criaturas selvagens do povo irlandês. Viajava numa carruagem puxada por veados e tinha a capacidade de mudar de forma.
Goibniu / Gofannon / Govannon - Era o Grande Ferreiro do povo irlandês, semelhante a Vulcano. Foi ele quem forjou todas as armas dos Tuatha de Dannan. Estas armas sempre atingiam o alvo e toda ferida provocada por elas era fatal. Deus dos ferreiros, dos fabricantes de armas, da ourivesaria, fabricação da cerveja, fogo e trabalho com metais em geral.
Gwydion - O Grande Druida dos galeses. Feiticeiro e bardo do Norte de Gales, seu símbolo era um cavalo branco. Rege a ilusão, as mudanças, a magia, o céu e as curas.
Gwynn ap Nud - Rei das fadas e do submundo na tradição galesa.
Gwythyr - Oposto de Gwynn ap Nud, Gwythyr era o senhor do mundo superior, também no folclore galês.
Herne - O Caçador, era associado a Cernunnos, o Deus Cornudo, e acabou sendo, também, associado à floresta de Windsor.
O Homem Verde (Green Man) - O Homem Verde tinha os mesmos atributos de Cernunnos, sendo igualmente uma divindade cornuda que habitava as florestas. Deus dos bosques, seu nome, em galês antigo, é Arddhu (O Escuro) ou Atho.
Llyr / Lear / Lir - No folclore galo-irlandês, Llyr era o deus do mar e da água, sendo considerado, ainda, senhor do mundo subterrâneo. Llyr era pai de Manawyddan, de Bran e de Branwen.
Lugh / Luga / Lamhfada / Llew / Lug / Lug Samildanach / Llew Llaw Gyffes / Lleu / Lugos - Na Irlanda e em Gales, Lugh era chamando O Brilhante. Deus do Sol e da guerra, era associado aos corvos, tendo por símbolo, em Gales, um veado branco. Sua festividade é Lughnasadh, outra festa da colheita. Era filho de Cian e de Ethniu. Tinha uma espada e uma funda mágica. Lugh era carpinteiro, pedreiro, ferreiro, harpista, poeta, druida, médico e ourives. Seu domínio incluía a magia, o comércio, a reencarnação, o relâmpago, a água, as artes e ofícios em geral, viagens, curas e profecias.
Macha - O Corvo. Rainha da Vida e da Morte no panteão irlandês. Um dos aspectos da Morrigu, era reverenciada também em Lughnasadh. Após uma batalha, os irlandeses cortavam as cabeças dos vencidos e ofereciam a Macha, sendo este costume chamado de A Colheita de Macha. Deusa protetora da guerra, e da paz, Macha regia também a astúcia, a força física, a sexualidade, a fertilidade e o domínio sobre os machos.
Manannan mac Lir / Manawyddan ap Llyr / Manawydden - Filho do deus do mar, Llyr, era homenageado como uma das principais divindades do mar pelos irlandeses. Reverenciado ainda como protetor dos navegadores, deus das tempestades, da fertilidade, da navegação, dos mercadores e do comércio. Tinha uma armadura mágica que se dizia ser impenetrável.
Math Mathonwy - Deus da feitiçaria, da magia e do encantamento no folclore galês.
Merlin / Merddin / Myrddin - Figura já conhecida do círculo da mitologia arturiana, este era o Grande Feiticeiro, o Druida Supremo dos galeses. Dizia-se que aprendeu sua magia (que não era pouca) com a própria Deusa, sob os nomes de Morgana, Viviane, Nimue ou Rainha Mab. A tradição diz que Merlin dorme numa caverna de cristal depois de enganado por um encantamento de Nimue. Merlin era o senhor da ilusão, da profecia, da adivinhação, das previsões, dos artesãos e ferreiros. Diz-se ainda que tinha grande habilidade de mudar de forma.
Morrigu / Morrigan / Morrighan / Morgan - A Morrigu era tida como a Grande Rainha, Senhora Suprema da Guerra, Rainha dos Fantasmas e Rainha Espectro, pois possuía uma forma mutável. Reinava sobre os campos de batalha, ajudando com sua magia. Representa o aspecto idoso da Deusa Tríplice, sendo associada aos corvos e gralhas. Patrona das sacerdotisas e feiticeiras.
Nuada / Nuda / Nodons / Nodens / Lud / Llud Llaw Ereint - No folclore galo-irlandês, era reverenciado como o senhor dos deuses, como Júpiter. Possuía uma espada invencível, guardada pelos Tuatha de Dannan. Nuada era o deus da cura, da água, dos oceanos, da pesca, da navegação, dos carpinteiros, ferreiros, harpistas, poetas e narradores de histórias.
Ogma / Oghma / Ogmios / Grianainech / Cermait - Herói semelhante a Hércules, Ogma tinha uma enorme maça com a qual defendia seu povo, os Tuatha de Dannan, sendo eleito seu campeão. A tradição diz que foi ele quem inventou o alfabeto ogham, utilizado pelos antigos druidas, baseado em árvores consideradas mágicas. Ogma rege a eloquência, os poetas, escritores, a inspiração, a força física, a linguagem, a literatura, as artes, a música e a reencarnação.
Rhiannon - Grande rainha dos galeses, Rhiannon era a protetora dos cavalos e das aves. Rege os encantamentos, a fertilidade e o submundo. Aparece sempre montando um veloz cavalo branco.
Scathach / Scota / Scatha / Scath - Seu nome traduzia-se como A Sombra, Aquela que combate o medo. Deusa do submundo, Scath era a deusa da escuridão, aspecto destruidor da Senhora. Mulher guerreira e profetisa que viveu em Albion, na Escócia, e que ensinava artes marciais para os guerreiros que tinham coragem suficiente para treinar com ela, pois era tida como dura e impiedosa. Não foi à toa que o adestramento do herói Cu Chulainn foi levado a cabo por ela mesma, considerada a maior guerreira de toda a Irlanda. Scath era ainda a patrona dos ferreiros, das curas, magia, profecia e artes marciais.
Taliesin - Taliesin o Bardo, foi o druida chefe da corte de Arthur, um dos maiores reis da Inglaterra. Dominava a arte da escrita, a poesia, a sabedoria, a magia e a música. Taliesin é tido como patrono dos druidas, bardos e menestréis.
vetala
Ninguém sabe quando foram inventadas as primeiras figuras vampirescas, mas as lendas datam de pelo menos 4 mil anos, com os antigos assírios e babilônios da 
Lamastu, cujo significado é “a que apaga”, também caçava adultos, sugando o sangue de jovens rapazes e trazendo doenças, esterilidade e pesadelos. Ela é frequentemente descrita como tendo asas e garras de pássaro e, às vezes, com cabeça de leão. Para se proteger da Lamastu, as mulheres grávidas usavam amuletos que descreviam Pazuzu, um outro Deus do mal que certa vez a derrotou.

Lamastu, cujo significado é “a que apaga”, também caçava adultos, sugando o sangue de jovens rapazes e trazendo doenças, esterilidade e pesadelos. Ela é frequentemente descrita como tendo asas e garras de pássaro e, às vezes, com cabeça de leão. Para se proteger da Lamastu, as mulheres grávidas usavam amuletos que descreviam Pazuzu, um outro Deus do mal que certa vez a derrotou.
Lamastu é associada a Lilith, uma figura proeminente em alguns textos judaicos. Os registros sobre Lilith variam consideravelmente, mas nas versões mais notáveis da
história, ela era a mulher original. Deus criou Adão e Lilith a partir da Terra, mas logo apareceram os problemas entre eles. Lilith se recusou a obedecer Adão, já que ela veio do mesmo lugar que ele.
história, ela era a mulher original. Deus criou Adão e Lilith a partir da Terra, mas logo apareceram os problemas entre eles. Lilith se recusou a obedecer Adão, já que ela veio do mesmo lugar que ele.
Em uma versão antiga da lenda, Lilith deixou o Éden e começou a ter seus próprios filhos. Deus enviou três anjos para trazê-la de volta e quando ela se recusou, eles prometeram que matariam 100 de seus filhos todos os dias até que ela retornasse. Lilith, em troca, jurou destruir crianças humanas.
Acredita-se que os registros de Lilith como uma matadora de crianças foram tirados diretamente da lenda da Lamastu. Ela é frequentemente descrita como um demônio alado com garras afiadas que aparecia à noite, principalmente para roubar crianças e fetos. Muito provavelmente, os judeus assimilaram a figura de Lamastu em suas tradições, mas é possível também que ambos os mitos tenham sido inspirados por uma terceira figura.
Ao mesmo tempo que é descrita como uma criatura aterrorizante, Lilith tem também qualidades sedutoras. Os antigos judeus acreditavam que ela aparecia para os homens à noite como um sucubo (site em inglês).
Os antigos gregos temiam criaturas semelhantes, notavelmente a Lamia, um demônio com cabeça e torso de mulher e parte inferior do corpo de cobra. Em uma versão da lenda, Lamia era uma das amantes mortais de Zeus. Com muita raiva e ciúmes, a esposa de Zeus, a deusa Hera, enlouqueceu Lamia, fazendo com que ela comesse todos os seus filhos. Quando Lamia percebeu o que tinha feito, ficou tão furiosa que se transformou em um monstro imortal, sugando o sangue de crianças por ter ciúmes de suas mães.
Os gregos temiam também as empusai, as filhas maliciosas de Hecate, a deusa da bruxaria. As empusai, que mudavam de forma, vinham de Hades (a terra dos mortos) à noite na forma de belas mulheres. Elas seduziam pastores nos campos e, em seguida, os devoravam. Uma criatura semelhante, o baobhan sith, aparece no folclore celta.
Figuras vampirescas possuem também uma longa história na mitologia da Ásia. O folclore indiano possui alguns personagens assustadores, incluindo o rakshasa, que caçava
crianças, e os vetala, demônios que se apoderavam de corpos de pessoas recentemente falecidas para levar a destruição aos vivos. No folclore chinês, os cadáveres saíam dos túmulos e caminhavam entre os vivos. Esses k’uei foram criados quando o p’o (espírito inferior) de uma pessoa não passava para o pós-vida no momento de sua morte, geralmente devido ao mau comportamento durante a vida. O p´o, com raiva de seu terrível destino, reanimava o corpo e atacava os vivos à noite. Um tipo particularmente vicioso de k’uei, conhecido como Kuang-shi (ou Chiang-shi), voava e assumia formas diversas. O Kuang-shi era coberto de pêlos brancos, tinha olhos vermelhos e brilhantes e mordia suas vítimas com presas afiadas.
crianças, e os vetala, demônios que se apoderavam de corpos de pessoas recentemente falecidas para levar a destruição aos vivos. No folclore chinês, os cadáveres saíam dos túmulos e caminhavam entre os vivos. Esses k’uei foram criados quando o p’o (espírito inferior) de uma pessoa não passava para o pós-vida no momento de sua morte, geralmente devido ao mau comportamento durante a vida. O p´o, com raiva de seu terrível destino, reanimava o corpo e atacava os vivos à noite. Um tipo particularmente vicioso de k’uei, conhecido como Kuang-shi (ou Chiang-shi), voava e assumia formas diversas. O Kuang-shi era coberto de pêlos brancos, tinha olhos vermelhos e brilhantes e mordia suas vítimas com presas afiadas.
As tribos nômades e os caixeiros viajantes espalharam diversas lendas sobre vampiros por toda a Ásia, Europa e Oriente Médio. Conforme essas histórias iam de um lugar a outro, os seus vários elementos se combinavam para formar novos mitos sobre vampiros. Nos últimos mil anos as lendas sobre vampiros foram enriquecidas especialmente pelos europeus. Na próxima seção, veremos essas criaturas, os predecessores diretos do vampiro moderno.
Como exterminá-los?
Vampiros podem ser enfraquecidos com sangue de mortos e crucifixos só funcionam se seu portador possuir muita fé, mas isso somente os retarda. A única maneira de matá-los é decapitando-os.
Como exterminá-los?
Vampiros podem ser enfraquecidos com sangue de mortos e crucifixos só funcionam se seu portador possuir muita fé, mas isso somente os retarda. A única maneira de matá-los é decapitando-os.

26- MÃE DE TODOS: ISIS RAINHA DE TODAS AS COISAS
Eu sou a Natureza, Mãe de todas as coisas, a senhora de todos os elementos, a primordial progênie dos séculos a suprema das divindades.
A rainha dos mortos, a primeira das celestiais e a uniforme representante das Deusas e dos Deuses; eu que governo com o meu aceno as alturas luminosas do céu, as suaves brisas do mar e os nefastos silêncios dos infernos, e cuja única divindade toda a humanidade venera debaixo de múltiplas formas, sob vários rituais e debaixo de muitos nomes, sou adorada em toda à parte.
Cada nação tem o seu nome próprio para mim, vendo apenas um dos meus mitos, adorando-me com apenas um dos seus ritos.
Na antiga Frígia sou Pessinuntica, mãe dos deuses; para os áticos autóctones, Minerva Cecrópia; os flutuantes cípricos me chamam Vênus Pafia; em Atenas, onde os homens nascem do próprio solo, sou Artémis; na ilha de Chipre sou a dourada Afrodite.
Os arqueiros cretenses chamam-me Diana Dyctinna, os Sicilianos trilingues Proserpina, e os Eleusinos a intemporal Mãe dos cereais a Deusa Ceres.
Uns chamam-me Juno, outros Bellona das batalhas outros Hecate ou Rhanumbia. Mas há os que me conhecem melhor, aqueles que são iluminados pelos primeiros raios do Deus Sol nascente, os etíopes, os ários e os egípcios, abalizados na antiga ciência, adoram-me em cerimônias próprias e me chamam pelo meu nome verdadeiro, a Rainha Isis.
CÃES DO INFERNO: Os Cadejos, cães demoníacos apareceriam à noite acompanhados por um som de correntes sendo arrastadas, embora nenhuma corrente seja visível. Do tamanho de um bezerro pequeno, este cão teria o pêlo emaranhado, dentes gigantescos e olhos, narinas e orelhas incandescentes, que assustariam qualquer coisa em seu caminho, de crianças travessas a homens perdidos e animais de fazenda. Contudo, esta “assombração” é considerada benévola, pois caminharia junto aos homens embriagados para certificar-se de que cheguem em segurança a suas casas, até mesmo protegendo-os de outras criaturas da noite como La Llorona ou ladrões comuns. Na Guatemala, contudo, eles consideram que haja duas versões deste cão: o negro e o branco. O cão branco protegeria qualquer um que acompanhasse. Outra história arrepiante conta como os Cadejos apareceram para um trapaceiro da cidade que estaria hospedado em uma fazenda, e como as pessoas deveriam escutar os avisos de natureza sobrenatural dados por pessoas do campo.
LILITH
LILITH: Lilith a Lua Negra
Deus então ordenou que três anjos fossem em seu encalço, mas Lilith não quis retornar, preferiu juntar-se aos anjos caídos, caindo ela própria em desgraça. Tornando-se umdemônio feminino da noite, surgindo apartir de seu nome as lendas vampirescas. Lilith teve milhares de filhos súcubos quando mulheres e íncubos quando homens ou simplesmente lilins, filhos que se alimentavam de energia vital e sangue humano.
Lilith é referida na cabala como a primeira mulher do bíblico Adão, sendo que em uma passagem bíblica ela é acusada de ser a serpente que levou Eva a comer o fruto proibido. Segundo algumas interpretações da criação humana no Gênesis, Lilith teria sido criada unicamente para ser o par perfeito de Adão antes de Eva, e diferente de Eva que surgiu da costela do próprio, Lilith teria sido feita por Deus da mesma matéria prima do homem. E justamente por isso reconhecendo que havia sido feita igualmente do pó ela rebelou-se, não querendo mais se submeter as vontades de Adão. Logo uma Lilith ferina perguntava então: ´´ Por que devo me submeter a ti? Por que devo aceitar teu controle? Contudo eu também fui feita do pó, portanto sou tua igual! Quando reclamou de sua condição a Deus, ele retrucou que essa é a ordem natural, o domínio do homem sobre a mulher, e dessa forma ela abandonou o Éden.
POSSESSÕES DEMONÍACAS

POSSESSÕES DEMONÍACAS
Descrição:
Demônios possuem pessoas ou animais em busca de alguma finalidade ou plano maligno. Normalmente possuem alguém fraco, com alguma abertura por onde possam entrar, alguém viciado ou emocionalmente perturbado.
Como exterminá-los?
Demônios são repelidos com cruzes, água benta ou a simples menção do nome de Deus. Pessoas possuídas por algum demônio podem ser libertadas através de um exorcismo regido em latim, o famoso Ritual Romanum.
OS 7 PECADOS CAPITAIS
OS 7 PECADOS CAPITAIS: São João revela-nos, na sua I epístola, a existência de três concupiscências como fonte de todos os pecados, especialmente dos sete pecados capitais: "Tudo o que está no mundo é ou concupiscência da carne, ou concupiscência dos olhos, ou orgulho da vida" (I Jo 2,16).
Apareceu em "Os sete Magnificos " (3 ª temporada, episódio 1) 1. Luxúria: apego e valorização extrema aos prazeres carnais, à sensualidade e sexualidade; desrespeito aos costumes; lascívia.
2. Gula: comer somente por prazer, em quantidade superior àquela necessária para o corpo humano.
3. Avareza: apego ao dinheiro de forma exagerada, desejo de adquirir bens materiais e de acumular riquezas.
4. Ira: raiva contra alguém, vontade de vingança.
5. Soberba: manifestação de orgulho e arrogância.
6. Vaidade: preocupação excessiva com o aspecto físico para conquistar a admiração dos outros.
7. Preguiça: negligência ou falta de vontade para o trabalho ou atividades importantes.
2. Gula: comer somente por prazer, em quantidade superior àquela necessária para o corpo humano.
3. Avareza: apego ao dinheiro de forma exagerada, desejo de adquirir bens materiais e de acumular riquezas.
4. Ira: raiva contra alguém, vontade de vingança.
5. Soberba: manifestação de orgulho e arrogância.
6. Vaidade: preocupação excessiva com o aspecto físico para conquistar a admiração dos outros.
7. Preguiça: negligência ou falta de vontade para o trabalho ou atividades importantes.
A PROSTITUTA DA BABILÔNIA
A PROSTITUTA DA BABILÔNIA: de Apocalipse 17:
“Então ele me levou em espírito a um deserto e vi uma mulher assentada sobre uma besta de cor escarlate, cheia de nomes de blasfêmia, com sete cabeças e dez chifres. E a mulher estava vestida de púrpura e escarlate, e adornada com ouro e pedras preciosas e pérolas, com um cálice de ouro na mão cheia de abominações e da imundícia da sua prostituição;
MISTÉRIO, A GRANDE BABILÔNIA, A MÃE DAS PROSTITUTAS E abominações da terra.
E vi que a mulher estava embriagada com o sangue dos santos, e com o sangue dos mártires de Jesus: e quando eu a vi, perguntei-me com grande admiração.
E o anjo disse-me: Por que te admiras?” Eu te direi o mistério da mulher e da besta que a traz, a qual tem sete cabeças e dez chifres.
Apocalipse 17
E vi que a mulher estava embriagada com o sangue dos santos, e com o sangue dos mártires de Jesus: e quando eu a vi, perguntei-me com grande admiração.
E o anjo disse-me: Por que te admiras?” Eu te direi o mistério da mulher e da besta que a traz, a qual tem sete cabeças e dez chifres.
Apocalipse 17
O ANTI-CRISTO
ANTI-CRISTO- : (5 ª temporada, episódio 6) A Palavra, "Anticristo" é vista com Grande temor por parte de muitos Cristões no Mundo. O termo Anticristo é derivado da Bíblia e significa "ser contra Cristo" ser contrário a doutrina deixada por Cristo. Segundo algumas religiões e teólogos, o Anticristo será um falso messias que terminara com as guerras trazendo uma falsa Paz, e uma destruição de todas as religiões.
Segundo o Apostolo João, nos últimos tempos viria o Anticristo, conforme ele disse em (1 João 2:18)"Filhinhos, é já a última hora; e, como ouvistes que vem o anticristo, também agora muitos se têm feito anticristos, por onde conhecemos que é já a última hora.", em outra afirmação a Bíblia mostra quem é o Anticristo.(1 João 2:22) "Quem é o mentiroso, senão aquele que nega que Jesus é o Cristo? É o anticristo esse mesmo que nega o Pai e o Filho." João também afirma que esse espírito de Anticristo já estava no Mundo, conforme (1 João 4:3) "E todo o espírito que não confessa que Jesus Cristo veio em carne não é de Deus; mas este é o espírito do anticristo, do qual já ouvistes que há de vir, e eis que já está no mundo."
O símbolo, de ser anticristão é representado por uma cruz invertida.
A cruz invertida é o sinal da cruz do apóstolo São Pedro. São Pedro quando foi capturado pelos romanos no início do cristianismo pediu para ser crucificado de cabeça para baixo por se julgar indigno de morrer exatamente da mesma forma que seu Mestre e Senhor, Jesus. Foi ordem do próprio Imperador Nero, que disse que a cruz invertida era um deboche a Cristo e aos seus seguidores.
A Cruz tornou se o símbolo de todo o cristão e todos os católicos e povos da Europa, onde havia uma igreja católica, era obrigado a possuir ou ter uma imagem de crucifixo de cristo. Muitos padres, bispos, exorcistas e outros, utilizavam a Cruz para exorcizar casas, expulsar espíritos etc... sem se dar conta que na verdade seu símbolo em si era um símbolo do anticristo.
O símbolo, de ser anticristão é representado por uma cruz invertida.
A cruz invertida é o sinal da cruz do apóstolo São Pedro. São Pedro quando foi capturado pelos romanos no início do cristianismo pediu para ser crucificado de cabeça para baixo por se julgar indigno de morrer exatamente da mesma forma que seu Mestre e Senhor, Jesus. Foi ordem do próprio Imperador Nero, que disse que a cruz invertida era um deboche a Cristo e aos seus seguidores.
A Cruz tornou se o símbolo de todo o cristão e todos os católicos e povos da Europa, onde havia uma igreja católica, era obrigado a possuir ou ter uma imagem de crucifixo de cristo. Muitos padres, bispos, exorcistas e outros, utilizavam a Cruz para exorcizar casas, expulsar espíritos etc... sem se dar conta que na verdade seu símbolo em si era um símbolo do anticristo.
Nostradamus descreveu a vinda de 3 anticristos. O primeiro deles seria Napoleão Bonaparte, do qual inclusive revelou com extrema exatidão todos os detalhes da sua ascensão e queda. E Ainda se deu ao luxo de revelar que ele acabaria seus dias, derrotado e em uma cabana numa ilha deserta, longe da sua terra até o fim dos seus dias. O que realmente veio a ocorrer durante seu exílio na ilha de Santa Helena!
O segundo anticristo seria Adolf Hitler, que teve a suas ascensão e queda também fielmente descritas por Nostradamus! Para velar o seu verdadeiro nome, em várias das suas estrofes o chamava de HISTER! Uma precisão verdadeiramente incrível!
O líder do Terceiro cometerá atos mais execráveis do que Nero. Quanto sangue de pessoas valentes fará correr! Ele reerguerá os fornos do sacrifício. A Era de Ouro é uma era de morte. O novo potentado é um escândalo".Aqui Nostradamus não somente identificou o Terceiro Reich como também a execução em massa do Povo Judeu nos fornos crematórios!
GHOST SICKNESS: ("doença fantasma")
GHOST SICKNESS: ("doença fantasma")
Índios Norte-Americanos
Algumas tribos norte-americanas acreditam que ghost sickness é uma síndrome causada pela associação com os mortos ou moribundos. É considerada uma desordem psicótica de origem Navajo. Os sintomas incluem fraqueza geral, perda de apetite, sentimento de sufocação, pesadelos recorrentes e uma sensação pervasiva de terror. Os sintomas são atribuídos a fantasmas ou, ocasionalmente, feiticeiras.
O doente pode ser moderadamente obcecado com a morte ou com uma pessoa recentemente falecida, ao qual atribui a origem do quadro.
Índios Norte-Americanos
Algumas tribos norte-americanas acreditam que ghost sickness é uma síndrome causada pela associação com os mortos ou moribundos. É considerada uma desordem psicótica de origem Navajo. Os sintomas incluem fraqueza geral, perda de apetite, sentimento de sufocação, pesadelos recorrentes e uma sensação pervasiva de terror. Os sintomas são atribuídos a fantasmas ou, ocasionalmente, feiticeiras.
O doente pode ser moderadamente obcecado com a morte ou com uma pessoa recentemente falecida, ao qual atribui a origem do quadro.
SKINWALKER:
SKINWALKER:

Para quem não sabe, um Skinwalker é uma lenda dos indígenas da América do Norte. Seria um indivíduo que poderia se metamorfosear para a forma de qualquer animal que ele desejar
Segundo a lenda, para se tornar um skinwalker você deve atingir o sacerdócio e depois matar a sangue frio um membro de sua própria família. Então você pode ganhar os poderes de skinwalker e se metamorfosear. Assim e somente assim, você é um skinwalker de verdade.
O folclore local conta que um homem tinha feito exatamente isso. Um sacerdote indígena tinha supostamente matado, não só um, mas cinco membros de sua família. Eles nunca pegaram o tal homem. Ele havia desaparecido dentro de uma floresta, para nunca mais ser visto novamente.

Para quem não sabe, um Skinwalker é uma lenda dos indígenas da América do Norte. Seria um indivíduo que poderia se metamorfosear para a forma de qualquer animal que ele desejar
Segundo a lenda, para se tornar um skinwalker você deve atingir o sacerdócio e depois matar a sangue frio um membro de sua própria família. Então você pode ganhar os poderes de skinwalker e se metamorfosear. Assim e somente assim, você é um skinwalker de verdade.
O folclore local conta que um homem tinha feito exatamente isso. Um sacerdote indígena tinha supostamente matado, não só um, mas cinco membros de sua família. Eles nunca pegaram o tal homem. Ele havia desaparecido dentro de uma floresta, para nunca mais ser visto novamente.
A Lenda do Lobisomem
A Lenda do Lobisomem
Esta lenda conta que quando uma mulher tem 7 filhos o sétimo, esse menino será um Lobisomem. Também é uma maldição de mulher amancebada com um Padre o filho será lobisomen.
As sextas feiras, ele vai até uma encruzilhada e se transforma em lobisomen uivando para a lua, visita 7 fazendas 7 cemiterios e 7 igrejas, correndo por ruas e estradas e os cachorros correndo atrás latindo , seu uivo é horripilante.
Também visita galinheiros em busca de esterco das galinhas , quando o dia está para amanhecer ele volta para o lugar de onde partiu e volta a forma de homem.
É fácil reconhecer uma pessoa que vira lobisomem, ele é pálido, magro, nunca olha nos olhos das pessoas, anda sempre de camisa de mangas compridas para esconder os calos dos cotovelos pois na forma de lobisomem ele anda com os cotovelos no chão e raramente sai de casa de dia .
S e por acaso voce encontrar um lobisomen e só falar para ele “ vai buscar sal em minha casa”, no outro dia aparece um homem a sua porta ele não te dirá nada voce apenas lhe de um pouco de sal, assim voce nunca mais vai encontrá-lo na forma bizarra.

Lobisomens na História:
Werewolfs, Lupo mannaro, hamramr, loup-garou, obototen, vukodlack, hombre lobo, lobisomem. Muitos são os nomes pelas quais são conhecidas essas criaturas, cuja lenda se espalhou pelo globo. O mito dos lobisomens é vasto, englobando desde a Lua cheia até balas de prata, estrelas de cinco pontas, velas, Salomão, rituais, acônitos, entre outros objetos e situações diretamente ligados a transformação de pessoas em animais, e devidamente unidos a esses seres no imaginário popular, através de filmes, livros, jogos, entre outras mídias. Mas, por detrás de toda a aura clássica de gigantescos e sanguinários lobos uivando para a luz da lua, algumas perguntas restam. De onde vieram os lobisomens? Por que caçam humanos? Como uma pessoa aparentemente normal pode se transformar numa fera sanguinária?
Indo até a origem, os lobisomens pertencem a uma classe de seres conhecidos como metamorfos, ou seja, com o dom de mudar sua forma. Histórias de humanos que assumem formas de animais e vice-versa são clássicos de mitologias e lendas mundiais. De homens-jaguares a homens-corvos, homens-coiotes, xamãs que se transformam em aves para visitar os deuses. Aqui mesmo no Brasil, lendas de cobras e outros seres que podem assumir a forma humana para seduzir pessoas e assim atraí-las para a morte é comum nas lendas indígenas. No Japão e na China, relatos de criaturas como raposas ou tigres que se transformam em belas moças para se alimentar do sangue dos homens também é um mito conhecido.Referências a pessoas se tornando lobos foram primeiro atribuídas aos deuses. A deusa babilônica Ishtar foi recusada por Gilgamesh em sua famosa epopéia por sua crueldade com antigos amantes, incluindo um pastor que ela transformou em lobo. Na Grécia antiga, o rei Licaón tornou-se conhecido por servir aos deuses um jantar em sua casa, tendo a carne de seu próprio filho como prato principal. Ao perceberem o estratagema, os deuses se revoltaram, e Zeus, furioso, transformou Licaón em um lobo como castigo. Do nome desse rei se originaram palavras como licantropo, sinônimo de lobisomem, e licantropia, doença mental em que realmente se acredita que a pessoa tornou-se um animal.
Ao longo da história, a crença em lobisomens se tornou comum. O naturalista Plínio, o velho, está entre os escritores que escreveu sobre esses seres como se fossem reais. A história continuou viva na idade média, especialmente em lugares onde o problema com lobos era realmente sério, como Alemanha e França. Quando começou a histeria da caça as bruxas, os lobisomens foram atribuídos à bruxaria, como magos que faziam pactos com o Diabo e usavam ungüentos, acessórios e feitiços para se transformarem em lobos e dar vazão a sua sede de sangue. Milhares de pessoas foram torturadas e mortas sob a acusação de serem lobisomens. Os inquisidores chegavam a arrancar a pele dos acusados, pois se acreditava que os licantropos escondiam seus pelos de lobo por debaixo de sua pele humana.
O Golem

O Golem é um dos mais fascinantes mitos judeus. É feito de barro à imagem do homem, tendo como propósitos a proteção da comunidade judaica e a realização de trabalhos braçais.Embora hajam citações na Bíblia Hebraica e no Talmud, o primeiro relato sobre o golem que se tornou famoso foi escrito no início do século XIX. Contava a criação de um deles pelo Rabbi Löw, na cidade de Praga do século XVI . Cronologicamente, porém, há um relato anterior, de 1674, quado o golem teria sido criado pelo rabino Elias Baalschem. E temos aqui o elemento da palavra mágica, o gradativo descontrole da criatura, e a morte do rabino ao destruí-la, significando a pena para o homem que quis emular Deus ao tentar criar vida.(Nesse sentido, o monstro de Frankenstein, criado por Mary Shelley no séc. XIX, teria elementos do mito do Golem).
A lenda do golem , no seu início, tem três pontos principais. O primeiro se refere à influência de crenças ancestrais da ressurreição dos mortos através do ato da colocação do nome de Deus na boca, na testa ou no braço do cadáver (a remoção do pergaminho ou o ato de apagá-lo causaria sua volta aos mortos), lendas comuns na Itália do século X. O segundo se relaciona com às idéias da prática alquimista referentes à criação de homunculus que seria criado in vitro com uma mistura de terra e água (ver Paracelso). O terceiro é a própria definição simbólica do golem, de seu início e fim: um ser, servo do seu criador, cujo poder cresce continua e perigosamente até o limite em que, a fim de preservar a própria comunidade, deve ser devolvido ao barro de onde foi criado.
A simbologia está no respeito aos elementos, que podem proteger e destruir com a mesma força, nunca podendo ser controlados totalmente pelo homem. Vem também à cabeça a velha lei de Deus, "és pó e ao pó voltarás." É no contexto do hassidismo, movimento judeu, que se desenvolve o mito do Golem.
Poderíamos ver, à luz da modernidade, o golem como um autômato, um robot. Mais sutilmente, ele se liga ao mito do Duplo, o Dopplegänger alemão: em algumas versões e poemas o Golem toma o lugar de um personagem da trama, saindo de cena quando não mais necessário. É assim em E.T.A. Hoffmann (que o chama de Terafim) e em von Arnim.Um dos pontos mais interessantes do mito do Golem é a força da palavra mágica, o schem , que cria e destroi o ser artificial.
Em muitas dessas estórias é escrita na testa do ser (em outras há a colocação de um pergaminho nele) a palavra AEMAETH, lida Emeth, Verdade. Ao se apagar a primeira letra primeira, o Aleph (ver o conto de mesmo nome de Borges que trata do universo mágico da mesma), resta a palavra MAETH , lida Meth, morte, o Golem retorna ao pó.A criação desse ser não é desprovida de riscos. Além do fato de que, como a maioria das narrativas cita, ele continua a crescer, tornando-se mais forte e incontrolável, havia a possibilidade de um demônio (Samael ou Lilit) entrar no invólucro de barro e mesmo que a feitura não fosse bem
realizada e ele degenerasse para um tipo idiota e inútil.
O Golem na literatura e no cinema
A lenda do golem forneceu elementos para alguns clássicos da literatura fantástica, principalmente entre autores alemães e judeus. Um dos primeiros marcos é o livro de 1909, Nifla'ot Maharal im ha-Golem ( em inglês "The Miraculous Deeds of Rabbi Loew with the Golem"), publicado por Judith Rosenberg como um manuscrito antigo, embora seguramente não escrito antes de 1890.
Baseada na lenda e nas descrições dos livros rituais dos séculos XIII e XIV, a autora fez ficção moderna, onde coloca passagens inadmissíveis para a lenda, como o amor do golem por uma mulher, e interpretações simbólicas do significado da criação do golem, comparando seu surgimento, um homem não redimido e deformado, com a evolução do povo judaico e mesmo com a ascenção da classe operária e sua busca por liberdade. Em 1919, Haim Bloch escreve Der Prager Golem (publicado na Inglaterra em 1925), citado como escrito a partir de um suposto manuscrito de mais de 300 anos, mas na verdade baseado no livro de Rosenberg.
Quaisquer que sejam as versões da lenda, nenhuma delas supera o mais famoso romance já escrito sobre o mito: "O Golem" (Der Golem), de Gustav Meyrink (1868-1932), publicado na Alemanha em 1915 (traduzido para o inglês e publicado na Inglaterra em 1925). Meyrink, alemão da Bavária, passou muitos anos em Praga, onde colheu os dados para seu romance. Os pontos altos do livro eram a minuciosa descrição dos fatos e locais e a atmosfera soturna. No golem ele faz uma terrível alegoria do homem reduzido ao automatismo pela pressão da sociedade moderna. Meyrink tinha conhecimento dos trabalhos e teorias de Freud e Jung, e em sua obra abundam alusões a sonhos, labirintos, sexualidade, perturbação, símbolos e tradição.
No cinema, entre 1914 e 1920, Wegener fez três filmes tendo o golem como tema. O primeiro, "The Golem," passa-se no século XXIX; logo depois ele fez "The Golem and the Dancer", um filme leve de fantasia e, finalmente, "The Golem: How He Came into the World", que passa-se no século XVI e retorna à história do Rabbi Loew. Apenas o último deles foi conservado. Nele o golem é representado pelo próprio Wegener.Uma versão diferente pode ser vista numa peça do poeta H. Leivick, publicada em New York, no ano de 1921. Nela, o Golem é um falso salvador, que prometia libertação mas só oferecia violência. É , de certa forma, uma antecipação do futuro próximo dos judeus da Tchecoeslováquia, que sucumbiriam ante o regime nazista, a partir dos anos 30.
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